Opinião

Tripresidente com excesso de cargos em risco de fora-de-jogo

OPINIÃO | Rui Avelar | 3 horas atrás em 26-02-2025

O líder do Município de Poiares, João Henriques, que também preside à APIN, acaba de ascender à presidência da Associação de Futebol de Coimbra. É um em três.

A liderança da Empresa Intermunicipal de Ambiente do Pinhal Interior (APIN) caiu-lhe no regaço, em 2021, quando o presidente da Associação de Informática da Região Centro, José Manuel Silva, vetou o nome do autarca poiarense para iminente recondução como presidente da Assembleia Intermunicipal da AIRC.

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João Henriques

O veto prendeu-se com o facto de a mulher de João Henriques, Marta Lemos, ser diretora-geral da Associação de Informática da Região Centro.

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A poucos meses de sair da liderança camarária poiarense, o antigo árbitro de futebol acaba de se tornar timoneiro da AFC, sucedendo a Horácio Antunes, que transitou para a Federação Portuguesa da modalidade.

Para um republicano e socialista como o autarca de Vila Nova de Poiares, a ética da responsabilidade não é avessa à acumulação de cargos.

Sem ofensa para os subordinados de João Henriques, cujo papel de subalternos é conjuntural, recordo a sabedoria popular – ela sempre preveniu que “quem muitos burros toca algum há-de deixar para trás”.

OPINIÃO | RUI AVELAR – JORNALISTA

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