A ideia de medir os níveis de glicose no sangue através do Apple Watch sem a necessidade de utilizar agulhas é uma promessa que remonta aos tempos de Steve Jobs. Esta funcionalidade seria um avanço significativo na tecnologia voltada para a saúde, quase como um “Santo Graal”.
No entanto, apesar de anos de especulações e expectativas, a realidade é que ainda estamos longe de ver esta tecnologia de forma funcional.
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Segundo o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a Apple continua a enfrentar desafios técnicos significativos. A empresa tem explorado métodos como espectroscopia de absorção ótica e lasers para medir a glicose sem a necessidade de picar a pele. Embora a Apple já tenha alcançado a fase de protótipo funcional, este ainda é demasiado grande para ser integrado num relógio.
Apesar das promessas e dos avanços, a realidade é que, provavelmente, teremos de esperar ainda vários anos até que a Apple consiga implementar esta tecnologia de forma compacta e eficaz. Alguns especialistas sugerem que o lançamento desta funcionalidade pode demorar mais de sete anos, o que, embora otimista, pode ser uma previsão realista, dado os obstáculos técnicos envolvidos, dá conta o Leak.
Por outro lado, a Samsung também está a investir na criação de um sensor semelhante, mas até agora, pouco ou nada se sabe sobre o progresso real da marca neste campo. A indústria está claramente a lutar para superar os desafios científicos e técnicos que envolvem a medição não invasiva da glicose.
Para os utilizadores que sonham com um Apple Watch que avise quando os níveis de glicose estiverem elevados, sem dor e sem a necessidade de agulhas, ainda será necessário esperar mais tempo. Contudo, com a crescente aposta da Huawei no campo da saúde e o aumento de investimento em tecnologias de monitorização de saúde, há uma chance de que a tecnologia evolua mais rapidamente nos próximos anos.
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