Empresa anunciou que o aterro vai atingir o limite de capacidade em setembro deste ano.
O autarca eleito pela CDU considera a situação “preocupante”, apesar de estarem a “ser estudadas “soluções de engenharia para aumentar a sua capacidade”, tendo sido constituído um grupo de trabalho para o efeito”.
A necessidade de implementação de um sistema de tarifa indexada à quantidade de resíduos efectivamente gerados por cada cidadão é um desafios que se coloca à atual gestão.
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Francisco Queirós referiu ainda que “o grupo de trabalho propôs uma reengenharia no aterro de Coimbra, assim como o estudo de construção de uma central de valorização energética na região Centro, nomeadamente no Planalto Beirão”.
Por outro lado, “aponta-se ainda para a modernização de centrais de triagem e de valorização orgânica, para a expansão da recolha seletiva a todos os municípios e para a implementação de sistemas de recolha de biorresíduos”.
Na intervenção, o autarca da CDU associou-se ao voto de contestação da Comunidade Intermunicipal Região de Coimbra para “a decisão da ERSUC de distribuir dividendos, no valor de cerca de 100 mil euros, quando a empresa está com as contas no limite e uma vez que os acionistas não são ouvidos para o que quer que seja”.
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