O número de mortos na sequência da explosão de uma caldeira, na província angolana de Cabinda, aumentou para quatro com a morte de um cidadão de nacionalidade chinesa, anunciou hoje fonte médica.
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De acordo com o último boletim da Clínica Girassol, o cidadão chinês morreu na madrugada de hoje, mantendo-se internados nesta unidade hospitalar um total de quatro pacientes “em estado critico e com prognóstico reservado”.
Outros cinco sobreviventes foram transferidos para o Hospital Neves Bendinha (Hospital dos Queimados) e os dois restantes para a Clínica Multiperfil.
Todas as vítimas, 11 cidadãos chineses e quatro angolanos, que trabalhavam na fábrica chinesa “Nzambi Yami” sofreram “queimaduras graves de II e III graus”.
O acidente aconteceu no sábado, cerca das 14:45, na localidade de Chiaze (província de Cabinda) e deveu-se ao sobreaquecimento de uma “caldeira rudimentar” onde estava a ser processado o alcatrão.
As vítimas trabalhavam na empresa chinesa de produção de betão betuminoso e têm entre 26 e 60 anos, segundo uma fonte da proteção civil.
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