A tragédia assolou a Lousã às 13:55 do dia 4 de abril de 2002. Uma colisão entre duas automotoras, numa zona de via única, no Casal do Espírito Santo, provocou cinco mortos e onze feridos.
Uma composição de passageiros, de duas carruagens, que fazia a ligação Coimbra-Serpins, chocou de frente com uma automotora de instrução, onde seguiam 14 homens.
Deste acidente registaram-se cinco mortos e onze feridos: o maquinista da automotora de passageiros sofreu um traumatismo crânio-encefálico e um homem de 60 anos sofreu múltiplas fraturas na zona da face. De acordo com o Público, o caso mais grave foi um individuo de 30 anos em coma e com respiração assistida.
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Mais tarde apurou-se que a composição que seguia entre Coimbra e Serpins tinha violado as regras de circulação ao prosseguir o trajeto sem esperar na Lousã.
O acidente ocorreu num troço de via única. O comboio de passageiros devia aguardar pela outra automotora na Estação de Lousã, onde se faria o cruzamento, por ter duas vias. No entanto, continuou viagem sem esperar pelo outro comboio, tendo as duas automotoras colidido.
Anos antes, em 1960, já o ramal da Lousã tinha sido palco de uma colisão devastadora. Um choque entre um comboio e uma camioneta na passagem de nível, perto da ponte que atravessa o rio Ceira, provocou mortos e feridos, revela a RTP Arquivo.
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